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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Couve-flor e seus benefícios

Esse vegetal é fonte de fibras o que auxilia na prevenção da constipação (prisão de ventre), controle do colesterol e favorece a sensação de saciedade durante as refeições, evitando que se coma em excesso.
 
É rica em magnésio, potássio, cálcio, vitamina C que tem propriedades antioxidantes, fortalecendo as defesas do organismo e atuando, inclusive, na prevenção de tumores, efeitos diuréticos, que ajudam no caso de pessoas que sofrem com retenção de líquidos. 
Rica em ácido fólico – substância essencial para o bom desenvolvimento do feto o que é excelente na alimentação de mulheres grávidas.
  
O alimento ainda conta com vitamina B1, B2, B3, B5, B6 e K, complexo de vitaminas extremamente importante, além de minerais como magnésio, fósforo e potássio, importantes para a saúde do organismo.
 
Pensando nesses benefícios hoje temos uma receita que leva couve-flor. Esse caldo é super leve, saudável e rico em nutrientes antioxidantes!
 
Caldo de couve-flor com alho poró
1 couve-flor
1 alho poró
1/2 cebola
2 dentes de alho
1 col. de sopa de cebolinha picada
sal marinho ou gersal
pimenta do reino e noz moscada a vontade.

Lave e corte a couve-flor.
Pique o alho e a cebola, refogue em um fio de azeite e acrescente a couve-flor e água até quase cobrir tudo.
Leve ao fogo até a couve-flor cozinhar.
Bata tudo no liquidificador e depois de batido acrescente 6 col. de sopa de alho poró picado, tempere a gosto e leve ao fogo por mais 2 minutos. Pode acrescentar cebolinha picada e azeite extra virgem no final da preparação.


Bom apetite!!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Qual o melhor óleo para cozinhar?

No último sábado fiz um curso no Rio sobre Nutrição em Cardiologia que foi muito muito interessante!
Lá foi comentado sobre os diferentes tipos de óleo para utilizar em casa, e hoje nós vamos falar sobre isso.
Vou colocar aqui embaixo uma tabela com o ponto de fumaça (temperatura em que o óleo passa do estado líquido para gasoso) dos óleos que costumamos utilizar.

O que muita gente não sabe é que quando esses óleos alcançam esse ponto de fumaça começam a produzir substâncias tóxicas e prejudiciais a saúde, como a acroleína.
Então vamos lá, qual seria o melhor óleo pra utilizarmos pra cozinhar? O de soja, pois seu ponto de fumaça é mais alto? Eu sempre recomendo o de canola, mas o de soja é uma boa segunda opção.
Pois quando comparamos o de soja com o de canola encontramos uma maior concentração no de canola de ômega 3 (10% deste óleo é composto por ômega 3) e uma quantidade maior de gordura monoinsaturada (gordura “benéfica”) e pequena de gordura saturada.
O azeite tem uma composição muito boa também e pode ser utilizado para cozinhar mas nunca em temperaturas muito altas.
Mas vale lembrar que qualquer óleo deve ser usado com moderação devido seu alto valor energético para não influenciar no aumento de peso.

-          Dica: na hora de fazer o arroz refogue o alho e a cebola com um pouco de água, depois acrescente o óleo, não aqueça por muito tempo e já adicione a água do cozimento, abaixe o fogo e cozinhe normalmente.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Dieta mediterrânea e azeite de oliva

Dieta mediterrânea e azeite de oliva modificam a expressão de genes que causam a inflamação
De acordo com pesquisadores espanhois a dieta mediterrânea tem a capacidade de diminuir a atividade de genes inflamatórios quando associada com azeite de oliva virgem. 

Esta dieta é pobre em ácidos graxos saturados, rica em carboidratos e fibra, e tem alto conteúdo de ácidos graxos monoinsaturados.

Pesquisas científicas têm mostrado evidências consistentes sobre a dieta mediterrânea na redução do risco de doença arterial coronariana (DAC). Esta dieta possui alto teor de gordura monoinsaturada, sendo o azeite a sua principal fonte de gordura. Os principais benefícios deste óleo se devem devido  à diminuição do risco para DAC, especialmente em melhorar o perfil lipídico, reduzir a oxidação lipídica e do DNA, diminuir resistência à insulina e inflamação. 

Este efeitos benéficos atribuídos ao azeite de oliva se devem ao alto teor de ácidos graxos monoinsaturados, além de outros componentes biologicamente ativos, como os polifenois (substâncias antioxidantes).

Em estudos experimentais, o azeite também tem se mostrado capaz de influenciar as fases do câncer, a composição da membrana celular, vias de transdução de sinais, fatores de transcrição, e genes supressores tumorais.

“Nossos resultados indicam um papel significativo dos polifenois do azeite na regulação de genes formadores da aterosclerose (obstrução das artérias) no contexto da dieta mediterrânea. Portanto, os benefícios associados com a dieta mediterrânea e consumo de polifenois do azeite sobre o risco de doenças cardiovasculares pode ser mediada através da nutrigenômica (influência de nutrientes e compostos bioativos na estrutura e expressão de genes)”, concluem.

Fonte: www.nutritotal.com.br
Konstantinidou V, Covas MI, Muñoz-Aguayo D, Khymenets O, de la Torre R, Saez G, et al. In vivo nutrigenomic effects of virgin olive oil polyphenols within the frame of the Mediterranean diet: a randomized controlled trial. FASEB J. 2010;24(7):2546-57.